O dia em que o algodão doce apareceu ✨

Quando se fala em criar a própria realidade, muita gente trava. 

E não é porque não acredita.

É porque já tentou… e não conseguiu…

Talvez você tenha afirmado, visualizado, feito tudo “certo”… e nada mudou como você esperava.

Às vezes essa frustração vem do fato de você não ter conseguido mudar toda a sua vida em 21 dias, como dizia aquele livro. Você não ficou rico como desejou e afirmou todas as manhãs.

Então não funciona.

“A vida é assim mesmo e nós temos que encarar a realidade.”

Pode ser…

Fique com isso por enquanto, não tenho nenhuma intenção de te convencer de nada.

Mas quero te convidar para tentar mais uma vez.

Dessa vez, para observar com clareza que você está criando o tempo todo. E que não é sobre controlar o que acontece com intenção e afirmação, embora não tenha nada de errado em usar essas ferramentas. É preciso entender que essas ferramentas não têm nenhum efeito se você não entender o que realmente está acontecendo ao seu redor. 

A melhor forma que encontrei de entender isso foi observando o simples, fazendo testes, e entendendo o que estava construindo os meus dias. Não espero que você entenda isso em apenas um artigo. Mas que cada conteúdo possa despertar um pouco mais a sua consciência. 

Esse é o primeiro de uma série de artigos chamada “Coincidência ou Consciência?” – onde você vai encontrar muitos conteúdos que vão te fazer pensar em cocriação da realidade como nunca antes – não como algo a se manipular, mas para entender que é da nossa natureza criar, sem rituais e sem esforço. 

Hoje, eu te desafio a criar algo pequeno, qualquer coisa que você quiser. Pode ser um café, uma visita, algo para comer. 

A única regra é que precisa ser simples.

Para começar essa série e te inspirar, vou te contar como criei algodão doce.

Isso, algodão doce.

Porque?

Porque eu quis.

Em um final de semana, combinei de ir até a casa da minha mãe, minha irmã estava de visita na cidade vindo de São Paulo. Essas visitas não são muito frequentes, então sempre que podemos nos reunimos.

Enquanto me arrumava, pensei: “e se eu tentasse criar alguma coisa de propósito hoje, só pela diversão?” (Eu gosto muito de fazer isso!)

Foi aí que veio o algodão doce.

Fazia tempo que eu não via ninguém vendendo algodão doce.

Pra mim, vendedor de algodão doce sempre foi assim: andando pela rua com aquele suporte cheio de algodões e uma buzina de mão para chamar atenção.

Quando eu era criança, era muito comum.

Lembrei disso com carinho…

Então construí a seguinte cena:

Estava no meio da tarde, sentada na sala da minha mãe, com ela e minha irmã, conversando e dando risada, como sempre eram as nossas reuniões.

De repente, ouço a buzina. Sei que é algodão doce.

Saio para a rua, chamo o vendedor, compro 2 e volto para dentro para dividir entre nós 3.

Só isso.

Me diverti com a ideia de que seria muito legal se alguém passasse lá vendendo algodão doce exatamente assim.

Terminei de me arrumar e dirigi até a casa da minha mãe. 

Chegando lá já havia esquecido a história do algodão doce.

Mas então, no meio da tarde, estávamos lá:

Na sala.

Conversando.

Rindo.

E então, a buzina…

Na hora eu pensei: “Não pode… Tô ouvindo coisas…”

Mas buzinou de novo.

Eu tive que ir olhar, e era exatamente aquilo. Um ambulante, com um suporte cheio de algodão doce e uma buzina de mão. 

Bem específico.

Chamei, comprei 2 – é claro – e voltei para dividir entre nós 3.

Minha reação na hora foi: “caramba, que incrível!” – Não é que apareceu mesmo.

Eu não contei nada para elas, provavelmente iam pensar que eu estava louca ou que era algum tipo de coincidência. Quando comecei a fazer esses testes, também pensava… Mas depois de algumas dezenas de vezes, fica difícil continuar acreditando em coincidências. 

Essa é apenas uma história. Pequena. 

Mas tem alguns detalhes aqui:

  • Eu não fiquei 21 dias pensando em algodão doce.
  • Não pensei se seria possível, pensei que seria legal se acontecesse.
  • Eu não estava precisando de algodão doce.
  • Não tinha dúvida, ansiedade ou aflição em conseguir um algodão doce custe o que custar.
  • Foi leve. Eu me diverti com isso.

E eu já percebi isso em outras situações, quando eu faço força, não crio, ou crio o inverso daquilo que eu quero. Mas quando pensamento, sentimento e ação estão alinhados, tudo é muito rápido e fluído. Vamos falar como isso funciona na prática. Nos próximos conteúdos, você vai perceber que vamos estar o tempo todo falando sobre isso. Observando o cotidiano e aplicando ferramentas de forma inteligente, com entendimento e objetivo. 

Mas por agora, eu te convido a testar e refletir, sem compromisso: 

“Coincidência ou Consciência?”

Depois me conta nos comentários, o que você criou 😉

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